Encontram-se abertas até 14 de outubro as inscrições para Seleção do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem (Mestrado e Doutorado) da Universidade Estadual de Londrina.
Linhas de pesquisa:
– Descrição e análise lingüísticas;
– Estudos do texto/discurso;
– Ensino/aprendizagem e formação do professor de língua portuguesa e de outras linguagens;
– Ensino/aprendizagem e formação do professor de língua estrangeira.
Maiores informações: http://www.uel.br/cch/ppgel
Linguagem de jovens na web traz novos desafios a professores
Data da postagem:
28.9.09
Uma recente pesquisa publicada pela instituição britânica Cranfield School of Management concluiu que a abreviação das palavras na internet vem prejudicando os adolescentes no aprendizado do inglês. O estudo entrevistou 260 alunos entre 11 e 18 anos, e 39% deles admitiram que a ortografia digital atrapalha o uso correto do idioma, principalmente quando é preciso soletrar as palavras. No Brasil ainda não há uma pesquisa similar e os resultados da investigação britânica não podem ser importados para a realidade brasileira. "Até porque nossa tradição de ensino não usa a soletração como uma condição para aprender escrita e leitura", diz o prof. Claudemir Belintane, linguista e educador da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). Mas a preocupação com a influência do internetês na escrita também existe aqui e é legítima, já que os adolescentes passam horas navegando no computador.
Estudos realizados no Brasil revelam que a linguagem digital só influencia o aluno que não possui uma formação ortográfica sólida e é alienado no ambiente virtual. Para os pesquisadores, o importante é a escola identificar este aluno, orientá-lo e explicar que mesmo dentro da internet existem gêneros diferentes de escrita, que precisam ser respeitados, de acordo com a finalidade e o interlocutor. "O desafio da escola não é censurar os meios digitais, e sim pensar sobre como trabalhar a variação linguística e os diferentes gêneros de textos, inclusive na rede; algo que poucos professores fazem", diz diz Roberta Caiado, professora de português, diretora de pós-graduação e pesquisa da Universidade Salvado de Oliveira (PE), e autora do estudo "A Notação Escrita Digital Influencia a Notação Escrita Escolar?" da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Para que isso seja possível, afirma, "é preciso que os docentes naveguem mais pelas ferramentas da internet". A pesquisa de Roberta acompanhou a escrita de adolescentes de 14 anos na internet e foi iniciada depois que a professora flagrou abreviações como "hj", "naum", e "vcs" em textos escolares.
Leia na íntegra a reportagem de Vanessa Costa Santos para o Site Instituto Claro em http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/noticias/detalhe/linguagens-de-jovens-na-web-trazem-novos-desafios-aos-professores-de-portugues
Estudos realizados no Brasil revelam que a linguagem digital só influencia o aluno que não possui uma formação ortográfica sólida e é alienado no ambiente virtual. Para os pesquisadores, o importante é a escola identificar este aluno, orientá-lo e explicar que mesmo dentro da internet existem gêneros diferentes de escrita, que precisam ser respeitados, de acordo com a finalidade e o interlocutor. "O desafio da escola não é censurar os meios digitais, e sim pensar sobre como trabalhar a variação linguística e os diferentes gêneros de textos, inclusive na rede; algo que poucos professores fazem", diz diz Roberta Caiado, professora de português, diretora de pós-graduação e pesquisa da Universidade Salvado de Oliveira (PE), e autora do estudo "A Notação Escrita Digital Influencia a Notação Escrita Escolar?" da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Para que isso seja possível, afirma, "é preciso que os docentes naveguem mais pelas ferramentas da internet". A pesquisa de Roberta acompanhou a escrita de adolescentes de 14 anos na internet e foi iniciada depois que a professora flagrou abreviações como "hj", "naum", e "vcs" em textos escolares.
Leia na íntegra a reportagem de Vanessa Costa Santos para o Site Instituto Claro em http://www.institutoclaro.org.br/observatorio/noticias/detalhe/linguagens-de-jovens-na-web-trazem-novos-desafios-aos-professores-de-portugues
FELIP no CELLIP
Data da postagem:
27.9.09
O Grupo de Pesquisa FELIP – Formação e Ensino em Língua Portuguesa (UEL-DGP/CNPq) participará em outubro do XIX CELLIP – Seminário do Centro de Estudos Linguísticos e Literários do Paraná, em Cascavel, com os seguintes trabalhos:
– "A oralidade no ensino de língua portuguesa sob a perspectiva do gênero canção" de Andressa Lopes;
– “A realidade e a virtualidade na prática docente: um abismo em gigabytes” de Franciela Silva Zamariam e Vladimir Moreira;
– “Aspectos das dimensões social e verbal do gênero discursivo crônica" de Sandra Regina Cecilio;
– “Gênero discursivo peça teatral: um estudo teórico-prático” de Alba Maria Perfeito;
– “Grupos focais na compreensão do letramento digital de professores” de Talita Gonçalves de Almeida e Núbio Delanne Ferraz Mafra;
– “O estilo na leitura como produção de sentidos” de Márcia Adriana Dias Kraemer e Márcia Cristina Greco Ohuschi.
Postagens anteriores relacionadas:
– "A oralidade no ensino de língua portuguesa sob a perspectiva do gênero canção" de Andressa Lopes;
– “A realidade e a virtualidade na prática docente: um abismo em gigabytes” de Franciela Silva Zamariam e Vladimir Moreira;
– “Aspectos das dimensões social e verbal do gênero discursivo crônica" de Sandra Regina Cecilio;
– “Gênero discursivo peça teatral: um estudo teórico-prático” de Alba Maria Perfeito;
– “Grupos focais na compreensão do letramento digital de professores” de Talita Gonçalves de Almeida e Núbio Delanne Ferraz Mafra;
– “O estilo na leitura como produção de sentidos” de Márcia Adriana Dias Kraemer e Márcia Cristina Greco Ohuschi.
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"A hora da gramática: como evitar que o estudo da gramática se dissipe num conjunto de regras sem sentido", artigo de Sírio Possenti
Data da postagem:
25.9.09
Olhando uma gramática com cuidado, pode-se ver que se trata de um volume muito heterogêneo. Ele contém:
a) regras a ser seguidas para praticar um desejável padrão linguístico (ortografia, pronúncia, concordância e regência são os casos mais óbvios);
b) um conjunto de análises ou de apresentação de aspectos estruturais da língua (tipos de sons, sílabas, classes de palavras, morfologia, sintaxe);
c) um conjunto de indicações de comportamentos sociais (evitar regionalismos e estrangeirismos, não ser grosseiro), intelectuais (ser claro), quase morais (evitar cacofonias), etiquetais ("ele e eu", não "eu e ele").
O esboço, precário, permite ver que a questão "estudar gramática" só é simplificada por falta de conhecimento ou boa-fé. O que mais interessa, do ponto de vista da sociedade, sendo conservador, é o domínio escrito de uma norma - que talvez devesse ser representada pelos jornais e revistas e não pela literatura. O pedaço da gramática que mais interessa é o que diz respeito a como se pode e/ou não escrever. Uma observação cuidadosa mostraria que a fala é suficientemente marcada por peculiaridades, e exigir dela o que se espera da escrita é um equívoco. Um exemplo pode vir da comparação da escrita de colunistas que também falam em rádios e TVs.
Leia o artigo na íntegra em http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11836
Seminário de Formação de Professores na UFTM
Data da postagem:
24.9.09
A Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) convida para o "I Seminário de Formação de Professores, qualidade de ensino e inclusão", de 6 a 8 de dezembro de 2009, em Uberaba (MG).
Inscrições até 30 de outubro de 2009.
Maiores informações: http://gpeform.uftm.edu.br/
Inscrições até 30 de outubro de 2009.
Maiores informações: http://gpeform.uftm.edu.br/
Concurso para professor na UFT
Data da postagem:
24.9.09
A Universidade Federal de Tocantins (UFT) está com inscrições abertas para professor em diversas áreas de Letras/Linguística/Linguística Aplicada/Educação até 07/10/2009.
Maiores informações: http://www.copese.uft.edu.br/index.php?option=com_content&task=view&id=54&Itemid=102
Maiores informações: http://www.copese.uft.edu.br/index.php?option=com_content&task=view&id=54&Itemid=102
Crianças escrevem mais rápido com caneta que com teclado
Data da postagem:
18.9.09
A transcrição feita com caneta ou com o teclado envolve as mãos, e muitas pesquisas tentam entender porque as unidades de linguagem são afetadas de formas diferentes quando essas duas ferramentas são utilizadas. Um dos dados ressaltados foi o fato de que, embora algumas das crianças do estudo mostrassem sinais do problema, tanto elas como as que não apresentavam a condição escreveram textos mais longos à caneta do que ao utilizar o teclado.
Uma das finalidades do estudo é mostrar a necessidade das escolas em desenvolver métodos mais eficientes para ensinar os alunos a serem escritores “bilíngues”, capazes de transcrever bem tanto à mão quanto em um computador.
(Paula Rothman, de INFO Online, 17/09/2009).
Leia mais em http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/a-caneta-vence-o-teclado-diz-estudo-17092009-19.shl
Número temático da LemD sobre hipertexto e ensino
Data da postagem:
18.9.09

Os artigos e ensaios reunidos nesse número temático são de autoria de alguns dos convidados do Hipertexto 2007, realizado na UFC.
Maiores informações: http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0903/00.htm
Ferramentas para facilitar a leitura na web
Data da postagem:
2.9.09
Dois protótipos de ferramentas computacionais foram criados pela equipe do projeto PorSimples. O primeiro, chamado Facilita, visa a simplificar a linguagem de textos em português disponíveis na internet e, com isso, facilitar a compreensão das informações para crianças e adultos em processo de alfabetização ou pessoas com algum tipo de deficiência de leitura.
O segundo, o editor Simplifica, é destinado a produtores de conteúdo (escritores, professores, webmasters, jornalistas, por exemplo) que desejam criar textos simplificados adequados ao mesmo público.
Coordenado por Sandra Maria Aluísio, professora do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), campus São Carlos, o trabalho consiste em reduzir a complexidade linguística dos textos, substituindo palavras raras (menos frequentes) por palavras mais usuais ou dividindo e reorganizando orações longas e complexas, entre outras adaptações.
Leia mais em Leitura facilitada (Agência FAPESP)
O segundo, o editor Simplifica, é destinado a produtores de conteúdo (escritores, professores, webmasters, jornalistas, por exemplo) que desejam criar textos simplificados adequados ao mesmo público.
Coordenado por Sandra Maria Aluísio, professora do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), campus São Carlos, o trabalho consiste em reduzir a complexidade linguística dos textos, substituindo palavras raras (menos frequentes) por palavras mais usuais ou dividindo e reorganizando orações longas e complexas, entre outras adaptações.
Leia mais em Leitura facilitada (Agência FAPESP)
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