ONU critica imposição de ensino religioso em escolas públicas


Centenas de escolas públicas em pelo menos 11 Estados do Brasil não seguem os preceitos do caráter laico do Estado e impõem o ensino religioso, alerta a Organização das Nações Unidas. (...) O documento foi preparado pela relatora da ONU para o direito à cultura, Farida Shaheed, que também alerta que intolerância religiosa e racismo "persistem" na sociedade brasileira. 
(...)
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação diz que o ensino religioso deve ser oferecido em todas as escolas públicas de ensino fundamental, mas a matrícula é facultativa. A definição do conteúdo é feita pelos Estado e municípios, mas a legislação afirma que o conteúdo deve assegurar o respeito à diversidade cultural religiosa e proíbe qualquer forma de proselitismo.
"Em tese, deveria haver um professor capaz de representar todas as religiões. Mas, como sabemos, é impossível", explica Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). "Além disso, a aula não é tratada efetivamente como facultativa. O arranjo é feito de tal forma que o aluno é obrigado a assistir."

Leia na íntegra a matéria de Jamil Chade para o Estadão em http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,onu-critica-imposicao-de-ensino-religioso-em-escolas-publicas,724971,0.htm.

Lançamento da Cadernos de Letras/UFRJ, n. 28: Linguagens, Educação e Tecnologia


Caros colegas,

Em nome da Comissão Editorial, gostaríamos de comunicar o lançamento do número 28 da revista Cadernos de Letras/UFRJ, publicada pelo Departamento de Letras Anglo-Germânicas, que tem como tema "Linguagens, Educação e Tecnologia".

http://www.letras.ufrj.br/anglo_germanicas/cadernos/numeros/072011/apres.php

Esperamos que apreciem a coletânea dos artigos e agradeçemos a divulgação entre os colegas de outros departamentos/instituições e estudiosos de áreas afins.

Um abraço, 

Sílvia Becher e Kátia Tavares

Congresso Brasileiro de Recursos Digitais na Educação



Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP), dias 24 e 25/05/2012
Submissão de artigos e minicursos: 01/02/2012 a 25/03/2012

Evento dedicado para a reflexão e troca de conhecimentos sobre o uso de Tecnologias no Ensino Fundamental, Médio e Superior, bem como em outras situações de Ensino e Aprendizagem, tais como Treinamento Corporativo, Educação de Adultos, etc.

Educadores, professores e estudiosos no Uso dos Recursos Digitais na Educação poderão apresentar suas experiências e descobertas na área de Tecnologia Educacional.

Convidamos todos a participar, enviando seus trabalhos e propostas de minicursos.

Eixos Temáticos:
- Ambientes Virtuais de Aprendizagem
- Avaliação em EAD
- Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem
- Design Instrucional e suas aplicações
- Ética nos Meios Eletrônicos
- Formação de Educadores na Era Digital
- Games na Educação
- Informática na Educação Especial
- Metodologias Educacionais nos AVEAs
- Preparação de Materiais Didáticos para Ensino Online
- Realidade Virtual e Aumentada
- Redes Sociais na Educação
- Software Livre no Ensino
- Tutoria em EAD
- Uso de Tablets e a Tecnologia Móvel no Ensino

Mais informações no site do evento: http://ead.mackenzie.br/eventos/.

iBooks Textbooks e iBooks Author: o futuro dos livros didáticos?

O FUTURO DOS LIVROS DIDÁTICOS
Elio Gaspari (Folha de SP, 22/01/2012, adaptado)

Na quinta-feira, realizou-se a última promessa de Steve Jobs. A Apple entrou no mercado americano de livros didáticos. Associada às maiores editoras americanas, ela produzirá livros a US$ 14,99, uma verdadeira pechincha. No mesmo lance, lançou o aplicativo iBooks Author (grátis), que transforma qualquer autor num editor.

O Author turbinará o mercado de livros feitos em casa e vendidos na rede. Ele já existe, com resultados surpreendentes. Amanda Hocking, uma jovem de 26 anos movida a Red Bull que escreveu 17 livros nas horas vagas, submeteu-os a 50 editoras de papel e foi recusada por todos. Botou nove deles na rede, vendeu 1 milhão de cópias e embolsou US$ 2 milhões. O mais barato é grátis, o mais caro custa US$ 8,99. (Com seu viés açambarcador, a Apple quer que a freguesia só use o Author em Macs e que só comercialize os livros na sua loja.)

Já os e-books didáticos prenunciam uma revolução, com vídeos, áudios e imagens que mudam ao toque do freguês. Mais a possibilidade de criação de comunidades de jovens que estudam naquele volume.

Tudo isso por menos da metade do preço de um livro de papel.



Quem quiser ver o que vem por aí, pode baixar a versão para iPad ou iPhone de "Our Choice" ("Nossa Escolha - Um Plano para Resolver a Crise Climática"), de Al Gore, por US$ 4,99.

Essa revolução está na rua. Em vez de o governo pensar num modelo Kodak, comprando 500 mil laptops ou tabuletas, derramando dinheiro da Viúva com ferragens numa rede onde faltam professores e cursos de qualificação, os ministérios da Educação e da Ciência poderiam planejar o futuro.

Em 2010, o MEC gastou R$ 855 milhões no bem-sucedido Programa Nacional do Livro Didático.

Desse ervanário, pelo menos R$ 700 milhões foram gastos com papel e impressão. Coisas como alfafa e cocheiros no tempo das carruagens. Os autores ficaram com algo mais de R$ 50 milhões.

Os dias das grandes editoras de livros didáticos penduradas em parques gráficos durarão o quanto duraram os estábulos no início do século passado.

Nos próximos anos, com a disseminação e o barateamento das tabuletas, as editoras, grandes ou pequenas, se diferenciarão pelo qualidade dos seus cérebros.

Se o governo for humilde na compra de ferragens, porém ambicioso no planejamento da capacitação de professores e de técnicos capazes de estimular e organizar autores, todo mundo ganha, sobretudo a Viúva.

Chamada de trabalhos sobre formação de professores: Revista Letras (Qualis A2)



A Revista Letras, publicação do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Santa Maria, classificada como A2 no Qualis Periódicos da Capes, está recebendo artigos para o número 44 (2012/01).
Tema: Formação inicial do professor de Língua Portuguesa
Organizadoras: Profa. Dra. Marcia Cristina Corrêa e Profa. Dra. Ana Maria de Mattos Guimarães
Ementa: Por que é tão difícil mudar o paradigma do ensino de língua materna? A construção de objetos de ensino. Questões de letramento. Questões de política linguística. Representações  do papel docente. O(s) estágio(s) como momento de reflexão do preparo para a prática.
Prazo para envio de artigos: até 01/02/2012 até 12/03/2012 (prorrogado).
Maiores informações: w3.ufsm.br/revistaletras.

Abaixo-assinado 10% do PIB para a Educação Pública Já!

"A sociedade civil organizada luta contra a insensibilidade daqueles que lastimam a sorte da escola pública, mas que não estão dispostos a criar condições para realizar mudanças substantivas. A luta a favor dos 10% do PIB para educação se apresenta, pois, como uma oportunidade para fazer, hoje, as mudanças que não tivemos coragem de fazer no passado; inclusive porque podemos não ter outros 170 anos para pensar no assunto!" 
(FARIA FILHO, Luciano Mendes de. Escola pública de qualidade: quanto queremos pag‎ar por isto? JC E-mail, n. 4416, 13 jan. 2012. Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=80745)

ASSINE O ABAIXO-ASSINADO EM http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N13990 E JUNTE-SE À CAMPANHA: QUEREMOS 10% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO PÚBLICA JÁ!

285 livros de comunicação e cultura digital para download

O portal espanhol Humano Digital - que reúne notícias relacionadas a tecnologia, arte, literatura, educação e internet- compilou links de 285 títulos de livros digitais em português, inglês e espanhol para ler online ou fazer download.

As obras abordam temas relacionados à comunicação e cultura digital como ciberjornalismo, literatura digital, redes sociais, marketing digital, cibercultura, web 2.0, SEO, Marketing entre outros.

Confira a lista em http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/01/285-livros-de-comunicacao-para-download/ e aproveite a leitura.

Coleção Ensinar e Aprender no Mundo Digital

Composta por 5 fascículos, esta coleção, produzida pelo Cenpec, traz propostas didáticas para incorporar as tecnologias ao currículo escolar a partir de uma abordagem interdisciplinar. Os fascículos estão licenciados em Creative Commons (CC) e podem ser copiados e reproduzidos.

Acesse os fascículos em http://cenpec.org.br/TIC-e-Educacao.