"Nesta quinta-feira: o lançamento dos 4 blocos da vídeo-entrevista com a educadora Léa Fagundes. O conteúdo, em licença flexível CreativeCommons, estará disponível a partir das 14h, os vídeos “Laboratório na Prática”, “Pioneirismo e Articulação”, “Formação de Professores na Cultura Digital” e “Educação a Distância: Início e os Desafios de Ontem e de Hoje” estarão no canal do Instituto EducaDigital.
A partir das 16h, um tuitaço para promover pontos fortes da narrativa dos vídeos (curadoria de cada usuário mesmo) e discussões sobre o vídeo usando a hashtag: #biodaLeaFagundes.
Veja em http://educadigital.org.br/site/."
(Nelson Pretto)
InPLA-SIL 2013
Data da postagem:
19.2.13
O Programa de Estudos Pós-graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, LAEL/PUC-SP, e o Programa de Pós-graduação em Linguística da Universidade Cruzeiro do Sul, PPGL/Cruzeiro do Sul-SP, realizarão em conjunto em 2013 seus maiores eventos acadêmicos: InPLA e SIL.
Poderão participar: professores da pré-escola, do ensino fundamental e médio; alunos de graduação e de pós-graduação; professores e pesquisadores de Linguística, Linguística Aplicada, Língua e Literatura, e áreas afins.
Maiores informações em http://inplasil2013.com.br/.
Rio inaugura escola sem salas, turmas ou séries
Data da postagem:
17.2.13
O Rio de Janeiro começa, nas próximas semanas, a experimentar um novo tipo de escola. Nada de séries, salas de aula com carteiras enfileiradas e crianças ordenadamente caminhando pelo espaço comum. A aposta para dar a 180 crianças e jovens da Rocinha uma educação mais alinhada com o século 21 é o Gente, acrônimo para Ginásio Experimental de Novas Tecnologias, na escola Municipal André Urani. O espaço, que acaba de ser totalmente reformulado para comportar a nova proposta, perdeu paredes, lousas, mesas individuais e professores tradicionais e ganhou grandes salões, tablets, “famílias”, times e mentores.
Leia a íntegra da matéria de Patrícia Gomes em http://porvir.org/porfazer/rio-inaugura-escola-sem-salas-turmas-ou-series/20130125.
Leia a íntegra da matéria de Patrícia Gomes em http://porvir.org/porfazer/rio-inaugura-escola-sem-salas-turmas-ou-series/20130125.
Entrevista de Antônio Nóvoa à Norte@mentos
Data da postagem:
10.2.13
As questões aqui
respondidas pelo Prof. Antônio Nóvoa são fruto de um exercício coletivo, produzido
pelas participantes do Grupo de Estudos e Pesquisas em Linguística Aplicada
(GEPLIA) da Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Campus Sinop.
GEPLIA: Em seu livro “O
regresso dos professores” (2007), o senhor afirma que estaríamos vivendo “uma
espécie de consenso discursivo” no que diz respeito aos problemas e
necessidades acerca da formação docente. O consenso ainda está apenas no
discurso ou também aparece nas ações?
Nóvoa: Infelizmente, o consenso é bem mais evidente nos discursos do
que nas práticas. Vivemos um tempo de muita inovação nas palavras e de pouca
mudança na realidade concreta dos professores e da formação docente. Vivemos um
tempo em que é necessário, mais do que nunca, avançar para novas experiências
de formação, no terreno da escola e da ação pedagógica.
GEPLIA: O senhor acredita
que a formação continuada possa ser apenas mais um modismo? O que o faz pensar
assim?
Nóvoa: Na verdade, assim tem acontecido. O movimento da formação
contínua nasceu, historicamente, no final da década de sessenta, em conjunto
com uma reflexão sobre a educação permanente e a “desescolarização da
sociedade”. A inspiração principal era a criação de modelos não formais, não
escolarizados de formação. O que aconteceu foi a transformação deste movimento
numa lógica de cursos e mais cursos, muitas vezes numa perspectiva de “consumo”
e de “mercado”, sem uma verdadeira presença e participação dos professores e,
sobretudo, sem a valorização da sua experiência pessoal e profissional.
GEPLIA: Será o professor
um sujeito que se apropria minimamente do saber e da profissão por uma questão
de fraqueza de discurso e de identidade criadas pelas situações sociais,
culturais e históricas vivenciadas ao longo de sua vida?
Nóvoa: É um processo difícil de explicar. Durante muito tempo, os
professores eram mestres do seu ofício e, num certo sentido, controlavam a sua
própria profissão. Mas detinham um estatuto social e profissional muito baixo.
Com a expansão e a progressiva complexidade dos sistemas de ensino, a partir de
meados do século XX, foi necessário recorrer a um conjunto de especialistas (do
currículo, do planejamento, dos manuais escolares, da didática, da
administração, da avaliação, da formação, das tecnologias etc.) que passaram a
exercer certa tutela sobre os professores. Esta divisão tem sido perniciosa
para o desenvolvimento da profissão docente.
GEPLIA: Sabemos dos
dilemas enfrentados diariamente pelos Professores e que não são poucos, mas
também, percebemos um número expressivo de professores que ainda pensa em
brilhos pessoais, e não podemos esquecer que tivemos esta formação individualista.
Como reverter esta situação?
Nóvoa: A profissão docente tem mantido uma matriz individualista muito
forte. Contrariamente a outras profissões que evoluíram num sentido mais
coletivo – médicos, engenheiros, arquitetos, advogados etc. – os professores
ainda não encontraram todos os caminhos da cooperação e da colaboração.
Certamente que tal se deve, e muito, à organização das escolas e, sobretudo, à
organização dos horários dos professores. Mas estou convencido de que este
passo, no sentido de uma profissão mais cooperativa e colaborativa, é decisivo
para o nosso futuro.
GEPLIA: Em que o
professor em pré-serviço deve fundamentar sua formação inicial para que consiga
formar-se e fortalecer-se enquanto docente?
Nóvoa: Respondo-lhe com três termos: conhecer, relacionar, organizar.
Capacidade de conhecimento das matérias e das pessoas – sem conhecimento não há
ensino nem aprendizagem. Capacidade de relação com os outros – a pedagogia é
sempre um espaço de relação e esse espaço deve alargar-se, também, ao trabalho
conjunto com os outros professores. Capacidade de organização do trabalho escolar
– o ensino, hoje, exige a definição de prioridades e um sentido apurado do que
é e de como deve ser organizado o trabalho escolar.
GEPLIA: Em alguns dos
seus textos o senhor relata uma dicotomia entre pacotes de Formação
Padronizados e a Formação proposta e desenvolvida pelas próprias instituições
escolares. Qual a diferença fundamental entre estes dois modelos e qual mais se
adequa a realidade educacional de nosso Estado?
Nóvoa: Como respondi anteriormente, temos de evoluir no sentido de uma
formação desenvolvida pelas próprias instituições escolares, obviamente em
colaboração com outras entidades, como universidades e centros de pesquisa. Mas
a formação de professores e, em particular a formação continuada, deve ter
lugar na escola.
GEPLIA: Percebemos que
muitos de nós, profissionais da educação, temos como hábito a renovação
pedagógica no fazer, seja através da formação continuada ou mesmo na busca
individual. Mesmo assim, não nos vemos como professores pesquisadores. Em sua
opinião, por que isso acontece? Por que nós professores da educação básica não
nos encorajamos a falar e escrever sobre essas construções? Será uma imagem
construída na sociedade sobre nossa profissão?
Nóvoa: Tem toda a razão. Num certo sentido, os professores cederam
essa dimensão de pesquisa aos universitários e aos especialistas. É um erro. É
preciso reunir as capacidades de “ação” e de “reflexão” nos professores. Claro
que isso obriga a mudanças de fundo, necessariamente lentas, no estatuto dos
professores, na organização do seu tempo etc. Mas se essas mudanças tiveram
lugar em vários países, nomeadamente na Europa, não há qualquer razão para que
não aconteçam também no Brasil.

(Antônio Nóvoa é
professor catedrático da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da
Universidade de Lisboa, e nela atua, atualmente, como reitor. Tem o seu
interesse como pesquisador especialmente voltado para questões que abrangem a qualificação
profissional e o aprender contínuo de professores como motores para a melhoria
do ensino. Escreveu artigos e organizou vários livros: Os professores e a sua
formação (1992), Formação de professores e trabalho pedagógico (2002), Novas
disposições dos professores - A escola como lugar da formação (2004), Os
professores e o novo espaço público da educação (2006), O regresso dos
professores (2007), Professores: imagens do futuro presente (2009), para citar
apenas alguns.)
Leia a íntegra da
entrevista concedida à Profa. Leandra Ines Seganfredo Santos et al. em http://sinop.unemat.br/projetos/revistas_eletronicas/index.php/norteamentos/article/view/1048/715
Chamada para publicação na Entretextos
Data da postagem:
1.2.13
A revista Entretextos (Qualis B5), publicação semestral do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Londrina (PPGEL/UEL), abre chamada para a edições de jan./jun. e de jul./dez. de 2013.
A revista é atemática.
Data limite para submissão:
Número 01 de 2013: 31 de março de 2013.
Número 02 de 2013: 31 de agosto de 2013.
Maiores informações: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/index.
"Professor deve ajudar aluno a ser autodidata": entrevista de Marc Prensky
Data da postagem:
28.1.13
Dos três adjetivos associados à sua pessoa - visionário, inventivo e futurista -, talvez o primeiro seja o mais adequado para descrever o norte-americano Marc Prensky, especialista em educação e em tecnologia. Prensky é conhecido pela criação dos termos "nativos digitais", geração que nasceu durante a era digital, e "imigrantes digitais", aqueles que nasceram antes da explosão digital.
A convite da Fundação Telefônica Vivo, o escritor fará uma palestra na Campus Party 2013 (evento de inovação tecnológica) amanhã, em São Paulo. Na quinta-feira, Prensky conversou com o Estado por telefone de sua casa em Nova York.
Como adaptar a escola ao novo contexto tecnológico?
A convite da Fundação Telefônica Vivo, o escritor fará uma palestra na Campus Party 2013 (evento de inovação tecnológica) amanhã, em São Paulo. Na quinta-feira, Prensky conversou com o Estado por telefone de sua casa em Nova York.
![]() |
| Divulgação |
Como adaptar a escola ao novo contexto tecnológico?
Marc Prensky - A forma como os professores ensinam é a mesma. Eles ficam em pé na frente dos alunos e apenas falam, enquanto os estudantes apenas escutam, quando escutam, e fazem anotações. São métodos velhos. O melhor método é único, é o da parceria. E há várias formas de se alcançar bons resultados quando professores e alunos trabalham como parceiros. Estudantes podem fazer suas atividades e o professor deveria estar presente como um guia, uma espécie de técnico esportivo. Essa mudança conceitual é uma forma pedagógica que está mais relacionada a esse novo contexto.
Mas como se daria efetivamente essa parceria?
Marc Prensky - Professores e alunos devem conversar. Não sobre notas, mas sobre quem eles são. E como eles fazem as coisas que fazem. Isso é a principal coisa que falta. Eles acham que são dois grupos diferentes. Eles devem se enxergar como parceiros. Como pessoas que estão trabalhando juntas buscando resolver problemas comuns. Professores precisam conhecer as paixões dos estudantes, a maneira como eles pensam e como eles aprendem. E estudantes precisam saber mais sobre os seus professores. O que eles estão tentando fazer, quais são os seus objetivos. Esse relacionamento pode continuar formal, mas numa maneira menos distante.
Marc Prensky - Professores e alunos devem conversar. Não sobre notas, mas sobre quem eles são. E como eles fazem as coisas que fazem. Isso é a principal coisa que falta. Eles acham que são dois grupos diferentes. Eles devem se enxergar como parceiros. Como pessoas que estão trabalhando juntas buscando resolver problemas comuns. Professores precisam conhecer as paixões dos estudantes, a maneira como eles pensam e como eles aprendem. E estudantes precisam saber mais sobre os seus professores. O que eles estão tentando fazer, quais são os seus objetivos. Esse relacionamento pode continuar formal, mas numa maneira menos distante.
O senhor propõe uma revolução nos métodos educacionais?
Marc Prensky - Eu não gosto de falar em revolução. Eu prefiro falar em adaptação a um novo contexto. O aspecto tradicional da escola deve ser preservado, mas ela deve ter como norte a preparação dos alunos para o mundo.
Marc Prensky - Eu não gosto de falar em revolução. Eu prefiro falar em adaptação a um novo contexto. O aspecto tradicional da escola deve ser preservado, mas ela deve ter como norte a preparação dos alunos para o mundo.
É onde entra a tecnologia?
Marc Prensky - Parte dessa adaptação deve ser feita com a tecnologia, porque as crianças vivem na era da tecnologia. Mas isso é apenas uma parte da questão. Nós devemos deixar os estudantes fazerem coisas úteis, devem pesquisar assuntos que serão discutidos em sala, utilizando cada vez mais a tecnologia. E a função do professor seria responder às dúvidas. A outra parte tem a ver com a maneira como ensinamos. O que ensinamos para as crianças é Matemática, Línguas, Ciência e Estudos Sociais e isso não é o que deveríamos ensinar pensando no futuro.
Marc Prensky - Parte dessa adaptação deve ser feita com a tecnologia, porque as crianças vivem na era da tecnologia. Mas isso é apenas uma parte da questão. Nós devemos deixar os estudantes fazerem coisas úteis, devem pesquisar assuntos que serão discutidos em sala, utilizando cada vez mais a tecnologia. E a função do professor seria responder às dúvidas. A outra parte tem a ver com a maneira como ensinamos. O que ensinamos para as crianças é Matemática, Línguas, Ciência e Estudos Sociais e isso não é o que deveríamos ensinar pensando no futuro.
Deveríamos reformular o currículo então?
Marc Prensky - Sim, nós temos que mesclar as disciplinas. Mas o que eu proponho vai além disso. Nós deveríamos ensinar numa lógica de aprofundamento de habilidades de análise, pensamento, discussão, sociabilidade e relacionamento humano.
Marc Prensky - Sim, nós temos que mesclar as disciplinas. Mas o que eu proponho vai além disso. Nós deveríamos ensinar numa lógica de aprofundamento de habilidades de análise, pensamento, discussão, sociabilidade e relacionamento humano.
Os professores devem ser mais tecnológicos?
Marc Prensky - Os professores não deveriam nem se aproximar da tecnologia, porque a função do professor é observar o que os estudantes fazem e ter certeza de que o que eles estão fazendo é de boa qualidade. Eles devem saber apenas as possibilidades que a tecnologia pode oferecer.
Marc Prensky - Os professores não deveriam nem se aproximar da tecnologia, porque a função do professor é observar o que os estudantes fazem e ter certeza de que o que eles estão fazendo é de boa qualidade. Eles devem saber apenas as possibilidades que a tecnologia pode oferecer.
Os professores não precisariam nem se familiarizar com o assunto?
Marc Prensky - Eles devem saber que é possível que os estudantes possam se comunicar bem através de um vídeo, e a partir daí avaliar a qualidade do material produzido. Ou seja, os professores não precisam ficar preocupados com a tecnologia. Agora, existe algo que é muito estúpido. Os professores dizem: agora nós todos iremos criar uma apresentação em power point juntos. O que os professores deveriam dizer é que todos precisariam apresentar alguma coisa sobre o conteúdo específico, usando a ferramenta que eles quiserem.
Marc Prensky - Eles devem saber que é possível que os estudantes possam se comunicar bem através de um vídeo, e a partir daí avaliar a qualidade do material produzido. Ou seja, os professores não precisam ficar preocupados com a tecnologia. Agora, existe algo que é muito estúpido. Os professores dizem: agora nós todos iremos criar uma apresentação em power point juntos. O que os professores deveriam dizer é que todos precisariam apresentar alguma coisa sobre o conteúdo específico, usando a ferramenta que eles quiserem.
Então como tornar a escola mais atraente?
Marc Prensky - Aumentaríamos o interesse de alunos se mostrássemos a eles porque estamos ensinando o que ensinamos e para quê serve tudo isso. Não damos respostas aos alunos que perguntam porque estamos aprendendo equação quadrática ou porque eles deveriam estudar, em detalhes, a história da Grécia.
Leia a íntegra da entrevista concedida ao jornalista Davi Lira em http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,professor-deve-ajudar-aluno-a-ser-autodidata-,989677,0.htm.
Marc Prensky - Aumentaríamos o interesse de alunos se mostrássemos a eles porque estamos ensinando o que ensinamos e para quê serve tudo isso. Não damos respostas aos alunos que perguntam porque estamos aprendendo equação quadrática ou porque eles deveriam estudar, em detalhes, a história da Grécia.
Número temático sobre letramento da RBLA
Data da postagem:
28.1.13
Revista Brasileira de Linguística Aplicada - volume 12, número 4, 2012
"Neste volume, dedicado ao letramento, estão presentes estudos muito bem feitos e que geram discussões urgentes. As reflexões que esses artigos provocam enfatizam a necessidade de repensarmos a educação para que ela seja realmente inclusiva, lide com uma concepção atual e ampla da noção de letramento, seja significativa para os alunos, trabalhe com uma abordagem em que os alunos sejam sujeitos críticos, ativos e participativos nas situações cotidianas, que sempre envolvem a lida com textos escritos ou orais, impressos ou digitais dos mais diversos gêneros. Além disso, nos faz sentir a intensa necessidade de a escola se desprender de abordagens conteudistas tradicionais e práticas essencialmente individuais de aprendizagem. Nesse sentido, vários artigos nos mostram as contribuições que uma incorporação real do digital nas práticas educativas pode trazer para fazermos uma escola que desenvolva nos alunos não apenas o saber de alguns conteúdos relevantes, mas também habilidades importantes para sua participação na sociedade contemporânea, como a autonomia da aprendizagem e o trabalho colaborativo, distribuído e compartilhado entre muitas pessoas."
(Carla Viana Coscarelli - Editora)
Artigos:
· Letramento: um fenômeno plural
Silva, Elizabeth Maria da; Araújo, Denise Lino de
· Desdobramentos recentes da educação inclusiva no Brasil: discursos e práticas de letramento
Sato, Denise Tamaê Borges; Magalhães, Izabel; Batista Júnior, José Ribamar Lopes
· Letramento em foco: os usos da escrita em uma comunidade escolar em Florianópolis (SC)
Euzébio, Michelle Donizeth
· Os jogos de linguagem no discurso infantil: implicações na constituição do letramento oral
Medeiros, Neilson Alves de
· Em defesa de uma atitude poética para a interpretação nas práticas de letramentos em contexto escolar
Cortez, Cinara Monteiro
· Letramentos em rede: textos, máquinas, sujeitos e saberes em translação
Buzato, Marcelo El Khouri
· Letramento hipertextual: por uma análise e redefinição do conceito
Pinheiro, Regina Cláudia; Araújo, Júlio
· Oportunidades de letramento através de mineração textual e produção de fanfictions
Costa, Patrícia da Silva Campelo; Reategui, Eliseo Berni
· WebQuests: tecnologias, multiletramentos e a formação do professor de inglês para a era do ciberespaço
Dias, Reinildes
· Análise sistêmico-funcional como suporte para a leitura de textos: o caso da cerveja Devassa
Fuzer, Cristiane; Ticks, Luciane; Cabral, Sara Regina Scotta
· Práticas de letramento crítico na formação de professores de línguas estrangeiras
Costa, Elzimar Goettenauer de Marins
· Práticas de letramento docente no estágio supervisionado de letras estrangeiras
Reichmann, Carla Lynn
· Projeto pedagógico do curso de licenciatura em inglês da UFAL: os letramentos em questão
Stella, Paulo Rogério; Tavares, Roseanne Rocha
· Contribuições de teorias recentes de letramentos críticos para inglês instrumental
Takaki, Nara Hiroko
· Atividades de leitura em livros didáticos de inglês: PCN, letramento crítico e o panorama atual
Tilio, Rogério
· O letramento acadêmico em inglês: dificuldades na confecção da sessão introdução de artigos acadêmicos
Ferreira, Marília Mendes
Acesse os artigos em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1984-639820120004&lng=pt&nrm=iso.
"Neste volume, dedicado ao letramento, estão presentes estudos muito bem feitos e que geram discussões urgentes. As reflexões que esses artigos provocam enfatizam a necessidade de repensarmos a educação para que ela seja realmente inclusiva, lide com uma concepção atual e ampla da noção de letramento, seja significativa para os alunos, trabalhe com uma abordagem em que os alunos sejam sujeitos críticos, ativos e participativos nas situações cotidianas, que sempre envolvem a lida com textos escritos ou orais, impressos ou digitais dos mais diversos gêneros. Além disso, nos faz sentir a intensa necessidade de a escola se desprender de abordagens conteudistas tradicionais e práticas essencialmente individuais de aprendizagem. Nesse sentido, vários artigos nos mostram as contribuições que uma incorporação real do digital nas práticas educativas pode trazer para fazermos uma escola que desenvolva nos alunos não apenas o saber de alguns conteúdos relevantes, mas também habilidades importantes para sua participação na sociedade contemporânea, como a autonomia da aprendizagem e o trabalho colaborativo, distribuído e compartilhado entre muitas pessoas."(Carla Viana Coscarelli - Editora)
Artigos:
· Letramento: um fenômeno plural
Silva, Elizabeth Maria da; Araújo, Denise Lino de
· Desdobramentos recentes da educação inclusiva no Brasil: discursos e práticas de letramento
Sato, Denise Tamaê Borges; Magalhães, Izabel; Batista Júnior, José Ribamar Lopes
· Letramento em foco: os usos da escrita em uma comunidade escolar em Florianópolis (SC)
Euzébio, Michelle Donizeth
· Os jogos de linguagem no discurso infantil: implicações na constituição do letramento oral
Medeiros, Neilson Alves de
· Em defesa de uma atitude poética para a interpretação nas práticas de letramentos em contexto escolar
Cortez, Cinara Monteiro
· Letramentos em rede: textos, máquinas, sujeitos e saberes em translação
Buzato, Marcelo El Khouri
· Letramento hipertextual: por uma análise e redefinição do conceito
Pinheiro, Regina Cláudia; Araújo, Júlio
· Oportunidades de letramento através de mineração textual e produção de fanfictions
Costa, Patrícia da Silva Campelo; Reategui, Eliseo Berni
· WebQuests: tecnologias, multiletramentos e a formação do professor de inglês para a era do ciberespaço
Dias, Reinildes
· Análise sistêmico-funcional como suporte para a leitura de textos: o caso da cerveja Devassa
Fuzer, Cristiane; Ticks, Luciane; Cabral, Sara Regina Scotta
· Práticas de letramento crítico na formação de professores de línguas estrangeiras
Costa, Elzimar Goettenauer de Marins
· Práticas de letramento docente no estágio supervisionado de letras estrangeiras
Reichmann, Carla Lynn
· Projeto pedagógico do curso de licenciatura em inglês da UFAL: os letramentos em questão
Stella, Paulo Rogério; Tavares, Roseanne Rocha
· Contribuições de teorias recentes de letramentos críticos para inglês instrumental
Takaki, Nara Hiroko
· Atividades de leitura em livros didáticos de inglês: PCN, letramento crítico e o panorama atual
Tilio, Rogério
· O letramento acadêmico em inglês: dificuldades na confecção da sessão introdução de artigos acadêmicos
Ferreira, Marília Mendes
Acesse os artigos em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1984-639820120004&lng=pt&nrm=iso.
Assinar:
Postagens (Atom)






