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Convite para participação em simpósio no InPLA-SIL 2013

Durante o InPLA-SIL 2013 http://inplasil2013.com.br/, estaremos coordenando o seguinte simpósio:

NOVAS TECNOLOGIAS, ENSINO E FORMAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA: RELATOS, EXPERIÊNCIAS, PESQUISAS 
(Cod. SIMP454020)

RESUMO: Nos últimos anos, demandas contemporâneas no campo da linguagem, capitaneadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs), têm tensionado tanto o ensino de Língua Portuguesa na educação básica quanto a formação de professores em Letras. Neste contexto, são inevitáveis rediscussões das concepções de linguagem e de aprendizagem, a partir de uma série de modificações constatadas nas práticas sociais de linguagem e instâncias formativas emergentes. Encontramos mudanças significativas nas práticas de leitura e escrita que influem no cotidiano de professores/as e alunos/as, através da adesão às novas tecnologias de informação como forma de interação e ensino de língua materna. Além disso, os espaços formativos tradicionais têm sido rediscutidos, tendo em vista uma série de modificações em suas práticas de ensino, relacionadas, dentre outras questões, à difusão dos cursos a distância, que abrem oportunidades para que os/as alunos/as possam cursar desde a graduação e pós-graduação a distância até as inúmeras possibilidades de formação continuada e atividades de extensão. Nesse sentido, este simpósio tem por objetivo acolher relatos de experiência e pesquisas voltadas para o ensino básico ou superior, nos quais as novas tecnologias tenham sido objeto de investigação/ferramenta de ensino e aprendizagem em Língua Portuguesa, e debater sobre os impactos das novas tecnologias para o ensino, identidade e/ou pratica social.

PALAVRAS-CHAVE: letramento digital; ensino de língua portuguesa; formação de professores.

Convidamos pós-graduandos, mestres e doutores interessados no tema deste simpósio a submeterem resumos de Comunicação Oral no período de 15/03 a 10/06/2013.

Atenciosamente,

Núbio Delanne Ferraz MAFRA (UEL)
José Ribamar Lopes BATISTA JÚNIOR (UFPI)




SóLetras na UENP/Jacarezinho

O Centro de Letras, Comunicação e Artes, da UENP/Campus Jacarezinho, convida alunos da graduação e da pós-graduação, ex-alunos, professores da rede de ensino, pesquisadores e demais interessados a participarem do IX Seminário de Iniciação Científica SóLetras – Estudos Linguísticos e Literários.

Neste evento, no dia 11/09, às 20h, estarei participando da mesa redonda "Contextos e perspectivas do letramento digital", coordenada pela Profa. Marilúcia dos Santos Domingos Striquer (PG/UEL-CLCA/UENP/Jacarezinho), com os professores Sergio Vale da Paixão (IFPR/Jacarezinho) e Rosiney Aparecida Lopes Vale (PG/UNESP-CLCA/UENP/Jacarezinho).

Maiores informações sobre o evento em http://www.cj.uenp.edu.br/soletras/.

Aniversário de 3 anos do blog Linguagem e Docência

O blog Linguagem e Docência está completando hoje 3 anos!

Minha intenção ao criá-lo foi simplesmente fazer de forma mais organizada e ampliada o que eu já fazia através de e-mail: repassar informações, reflexões e práticas no campo dos Estudos do Letramento, Ensino de Língua Portuguesa e Formação de Professores.

Mas confesso que a decisão de criar um blog não foi tão simples assim para mim. Uma preconceituosa resistência da minha parte adiou bastante o início desta empreitada. Porém, esta barreira foi sendo superada à medida que fui entendendo melhor os limites e as possibilidades de um blog.


Dentre outras coisas, descobri que poderia construir um espaço de compartilhamento de informações e reflexões num blog sem que, necessariamente, ele fosse explicitamente autoral, opinativo ou subjetivo – atributos tradicionalmente característicos de um blog. Todavia, entendo que esta “linha editorial” não descredencia a divulgação que procuro fazer no blog do percurso profissional meu e do Grupo de Pesquisa FELIP – Formação e Ensino em Língua Portuguesa (UEL-DGP/CNPq), que coordeno juntamente com a Profa. Alba Maria Perfeito. 

A seguir, alguns números referentes a este período:
  • 29.247 visitantes
  • 41.685 visitas | média de 38 visitas por dia
  • 69.780 visualizações de página
  • 280 postagens
  • 224 assinantes no Feedburner (postagens atualizadas via e-mail)
  • 118 seguidores no Google Friend Connect
  • 90 comentários
  • 65 países | 1.041 cidades
  • Cidades com mais visitas:
    • 3.847 São Paulo
    • 3.555 Londrina
    • 2.189 Rio de Janeiro
    • 1.780 Belo Horizonte
    • 1.308 Salvador
    • 1.091 Curitiba
    • 1.012 Recife
    • 944 Fortaleza
    • 916 Brasília
    • 849 Campinas

"Escola e linguagens juvenis: resistência ou abertura ao novo? (II)" é o tema da Interacções (Portugal)

A revista Interacções, da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém, em Portugal, acaba de lançar o número 17 com o tema "Escola e linguagens juvenis: resistência ou abertura ao novo? (II)", organizado pela Cátedra UNESCO de Juventude, Educação e Sociedade da Universidade Católica de Brasília.

Publiquei neste número, juntamente com a Profa. Lucinea Aparecida de Rezende, do Departamento de Educação da UEL, o artigo Formação para formar o leitor jovem do século XXI.

O acesso aos demais artigos pode ser feito em http://nonio.eses.pt/interaccoes/

Aniversário do blog Linguagem e Docência

Hoje, dia 27 de julho de 2010, o blog Linguagem e Docência está soprando a sua primeira velinha de aniversário.

Minha intenção ao criá-lo foi simplesmente fazer de forma mais organizada e ampliada o que eu já fazia através de e-mail: repassar “informações, reflexões e práticas no campo do Letramento Digital, Ensino de Língua Portuguesa e Formação de Professores”.

Mas confesso que a decisão de criar um blog não foi tão simples assim para mim. Uma preconceituosa resistência da minha parte adiou bastante o início desta empreitada. Porém, esta barreira foi sendo superada à medida que fui entendendo melhor os limites e as possibilidades de um blog.

Dentre outras coisas, descobri que poderia construir um espaço de compartilhamento de informações e reflexões num blog sem que, necessariamente, ele fosse explicitamente autoral, opinativo ou subjetivo – atributos tradicionalmente característicos de um blog. Todavia, entendo que esta “linha editorial” não descredencia a divulgação que procuro fazer no blog do percurso profissional meu e do Grupo de Pesquisa FELIP – Formação e Ensino em Língua Portuguesa (UEL-DGP/CNPq), que coordeno juntamente com a Profa. Alba Maria Perfeito.

Mesmo sem maiores pretensões, ao longo deste período o blog Linguagem e Docência acumulou alguns números que merecem registro. Vejamos:
7.347 visitas | média de 20,13 visitas/dia;
5.372 visitantes;
141 postagens;
58 seguidores no Google Friend Connect;
82 assinantes do Feedburner (postagens atualizadas via e-mail);
32 países e 259 cidades brasileiras visitaram o blog.

Finalizando, quero agradecer a todos vocês que, de uma forma ou de outra, ajudaram a construir este belo percurso de 1 ano do blog Linguagem e Docência.

De coração, muito obrigado!

"Faltam bibliotecas em Londrina": entrevista concedida à RPC-TV Coroados (TV Globo-Londrina)

Professor Núbio Mafra (UEL) comenta pesquisa que diagnosticou o problema que atinge a cidade e também outros municípios do Paraná

Programa Paraná TV 1ª Edição. Apresentadora: Patrícia Piveta. 16/07/2010. Disponível originalmente em: http://www.rpctv.com.br/coroados/video.phtml?Video_ID=92093&tipo=

"Cenário preocupante: 445 cidades brasileiras não têm biblioteca municipal", entrevista concedida à Folha de Londrina

É o que revela pesquisa realizada pela FGV a pedido do Ministério da Cultura; no Paraná, 67 municípios ainda não disponibilizam o espaço

O poeta Carlos Drummond de Andrade dizia: ''A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça a quase totalidade não sente esta sede.'' A frase traduz a realidade atual do País. A pesquisa ''Retratos da Leitura'', realizada pelo Instituto Pró-livro, mostra que os brasileiros leem em média 1,3 livro por ano, incluindo as obras didáticas e pedagógicas. Nos Estados Unidos, por exemplo, esse índice é de 11.

A pedido do Ministério da Cultura, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) desenvolveu o 1º Censo das Bibliotecas Públicas. E os resultados são preocupantes. Para se ter uma ideia, 445 cidades brasileiras não contam com bibliotecas municipais. No Paraná, são 67. E, enquanto Curitiba se destaca como o município com o maior número de bibliotecas para cada 100 mil habitantes do Estado, Londrina apresenta o pior índice.

Foto: Eduardo Anizelli
''A cidade, apesar de ter uma boa Biblioteca Municipal, enfrenta o problema a exemplo do restante do País. É preciso haver investimento público, chamando os profissionais que atuam diretamente com a leitura, como bibliotecários, editores e professores, a buscar soluções para o problema. Muitas vezes os projetos não são devidamente discutidos com segmentos importantes'', afirma o professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL) Núbio Mafra, que é vinculado à linha de pesquisa Ensino/Aprendizagem e Formação do Professor de Língua Portuguesa.

Nesta entrevista, ele afirma que ''o problema torna-se mais agudo com a cultura de leitura da contemporaneidade, que prioriza cada vez mais a simplificação do texto.'' Questionado sobre como a família pode incentivar o hábito na vida da criança, Mafra diz que não tem como despertar o prazer da leitura se os pais não leem. ''É importante propiciar situações em que o texto seja tratado de forma significativa'', observa o professor.

A que o senhor atribui o número de cidades brasileiras sem bibliotecas, como mostrou a pesquisa?
A pesquisa apresenta um cenário bastante preocupante. Na contemporaneidade nós temos um processo de letramento mais amplo. Junto com o livro há outras linguagens incorporadas ao cotidiano, como as envolvidas na relação com a internet. É preocupante pensar que temos um desafio mais ampliado do que a questão das bibliotecas municipais. Temos que pensar em espaços multimídias para o desafio da contemporaneidade no campo da linguagem. E não estamos conseguindo nem dar conta do 'feijão com arroz'.

E por que não?
Sem dúvida as políticas públicas têm uma importância bastante grande nesse sentido. De acordo com a pesquisa do Ministério da Cultura, cinco municípios sinalizaram que não têm interesse em receber uma biblioteca. Os próprios gestores desconsideram essa possibilidade. Outro aspecto que me chamou a atenção é a estrutura das bibliotecas já existentes que está muito aquém do desejado. Há uma precariedade no uso dos computadores nesses ambientes. Percebo que mais do que um problema de ação do poder público há uma cultura que não incentiva essas questões.

Qual a melhor forma de incentivar a prática da leitura?
Essa ação precisa ser capitaniada pelo Estado, mas não se encerra nele. Deve haver interferência da família, da sociedade de forma geral e, naturalmente, da escola. São ações que precisam atuar nos diferentes campos. O problema torna-se mais agudo com a cultura de leitura da contemporaneidade, que prioriza cada vez mais a simplificação do texto.
Recentemente li uma entrevista com um historiador americano que trabalha com o hábito da leitura em que ele diz que as pessoas cada vez mais estão tendo dificuldades de parar para ler qualquer coisa que demanda muito tempo. A fugacidade e a informação rápida são importantes, mas estamos correndo o risco de formar sujeitos leitores só por esse caminho.

Como a família pode despertar o gosto da criança pela leitura?
O hábito tem que se tornar algo menos ''importante'' para não ficar em um patamar de seriedade e de distanciamento. Claro que a leitura é importante, mas devemos tratá-la como algo mais casual e, se possível, mais ''ordinário'' para a nossa vida. Eu acho que esse é um caminho. Mas definitivamente não tem como despertar o prazer da leitura nas crianças se os próprios pais não leem. É importante propiciar situações em que o texto seja tratado de forma significativa.

Para muita gente a leitura é uma atividade chata e cansativa. Talvez isso aconteça pela falta de incentivo e de exemplo dos pais?
A leitura é uma prática marcadamente sociocultural. Hoje ela se torna ainda mais importante por conta da fragmentação do texto e da fugacidade das informações. Dentro da estrutura de textos encontrados na internet, o fascínio pela leitura fica detido e o trabalho se torna cada vez mais difícil de se desenvolver. Assim como a escola, a família também desempenha o papel de formadora. E o grande diferencial da leitura é humanização no âmbito de um sujeito mais reflexivo e pró-ativo, que tem mais qualidade e consistência na construção de seus relacionamentos interpessoais. Hoje temos mais facilidade para as coisas, mas cada vez menos conseguimos dar sentido a tudo.

Matéria de Paula Costa Bonini
Folha de Londrina, Opinião, p. 3, 15/07/2010.

Linguagem e Tecnologia: novo GT da ANPOLL

Durante o XXV Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ENANPOLL), realizado semana passada na UFMG, foi aprovada a criação de um novo Grupo de Trabalho (GT).

Trata-se do GT Linguagem e Tecnologia, coordenado pela Profa. Dra. Vera Lúcia Menezes de Oliveira e Paiva (UFMG) e do qual também faço parte.

Na proposta de criação do GT consta que, "inicialmente, os trabalhos se concentrarão em conhecer o próprio campo e suas diversas linhas temáticas, tais como: estudos sobre hipertexto; descrição de gêneros digitais; literatura e informática; recursos didáticos impressos e virtuais, estudos sobre multimodalidade; ensino mediado por tecnologia; interação mediada por tecnologia; ambientes de ensino-aprendizagem mediados por recursos tecnológicos; tecnologias e mediação de experiências multilíngues; aprendizagem colaborativa on-line; formação de professores; novos letramentos/letramentos digitais e formas variadas de apropriação tecnológica em contextos escolares e não-escolares".

No ENANPOLL

Nesta quinta-feira (01/07) estarei em Belo Horizonte no XXV Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística (ENANPOLL), participando das discussões do GT de Linguística Aplicada, na linha de pesquisa Ensino-Aprendizagem.


"Letramento digital e formação profissional na graduação": palestra na FEATI

Nesta quinta-feira (10/06), às 20h, estarei proferindo a palestra "Letramento digital e formação profissional na graduação" dentro do Ciclo de Palestras promovido pela Faculdade de Educação, Administração e Tecnologia de Ibaiti (FEATI), em Ibaiti (PR).

Linguagem e formação docente: palestra de abertura do VIII ELLE (UNOPAR)

No dia 14 de junho, segunda-feira, às 19h30min, eu estarei abrindo o VIII Encontro de Letras: Linguagens e Ensino (ELLE) com a palestra "Linguagem e formação docente" no Auditório Alcides Bueno da Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), Campus Londrina, organizadora do evento.

Maiores informações sobre o evento em http://www2.unopar.br/sites/8elle_7jepe/index.html.

FELIP no CIELLI (UEM)

O Grupo de Pesquisa FELIP - Formação e Ensino em Língua Portuguesa estará participando do 1º CIELLI - Colóquio Internacional de Estudos Linguísticos e Literários, a ser realizado na UEM.

Neste evento, a Profa. Alba Maria Perfeito, coordenadora do FELIP, e o Prof. Renílson Menegassi (UEM) estarão coordenando o Simpósio 5:  “Conceitos bakhtinianos em pesquisas sobre ensino de língua".

Os seguintes trabalhos referentes a este simpósio serão apresentados no dia 10/06, pela manhã, no Bloco H-35, Auditório LAAP:

  • Abordagens metodológicas dos conceitos bakhtinianos sobre os gêneros do discurso (Neluana Leuz de Oliveira; Sandra Luppi; Márcia Cristina G. Ohuschi - orientadora);
  • Gêneros discursivos e gêneros textuais: opção terminológica e metodológica (Sandra Regina Cecílio; Lílian Cristina Buzato Ritter; Alba Maria Perfeito - orientadora);
  • Esferas de atividade humana: um estudo sobre a transposição didática do conceito bakhtiniano (Eliza Adriana Sheuer Nantes; Idelma Maria Nunes Porto; Mariangela Garcia Lunardelli - orientadora);
  • Dialogismo, polifonia e interdiscursividade: a contrapalavra desvelada em estudos sobre o gênero discursivo conto (Andressa Lopes; Everton Vinicius de Santa; Márcia Adriana Dias Kraemer - orientadora);
  • O gênero poema em sala de aula: uma proposta de estudo e de transposição didática (Luciana Vedovato; Alba Maria Perfeito).

FELIP no SENALE

O Grupo de Pesquisa FELIP - Formação e Ensino em Língua Portuguesa estará participando do VI SENALE – Seminário Nacional sobre Linguagem e Ensino, que acontecerá em Pelotas (RS) entre os dias 28 e 30 de abril, com promoção da UCPel.

As seguintes comunicações vinculadas ao FELIP estarão sendo apresentadas:
"Rodas de letramento digital com professores" de Núbio Delanne Ferraz Mafra e Vladimir Moreira;
"Produção de textos e letramento digital: atividades para além da aula de Redação" de Sérgio Vale da Paixão.

Convite para submissão de propostas no CELSUL: Análise Linguística no Ensino da Língua Portuguesa

A Profa. Alba Maria Perfeito, que coordena o Grupo de Pesquisa FELIP, está convidando os colegas para submeterem, até o dia 30/04/2010, propostas de comunicação e/ou pôster no GT que ela está organizando, juntamente com a Profa. Terezinha da Conceição Costa-Hübes (UNIOESTE), para o IX Encontro do CELSUL.

Trata-se do GT 16: Análise Linguística no Ensino da Língua Portuguesa, vinculado à Área de Concentração Linguística Aplicada ao Ensino de L1.

Os e-mails para recebimento de propostas de trabalho são perfetto_3@hotmail.com ou terecostahubes@yahoo.com.br.

Maiores informações: www.celsul.org.br/unisul

FELIP no CELLIP

O Grupo de Pesquisa FELIP – Formação e Ensino em Língua Portuguesa (UEL-DGP/CNPq) participará em outubro do XIX CELLIP – Seminário do Centro de Estudos Linguísticos e Literários do Paraná, em Cascavel, com os seguintes trabalhos:

– "A oralidade no ensino de língua portuguesa sob a perspectiva do gênero canção" de Andressa Lopes;

– “A realidade e a virtualidade na prática docente: um abismo em gigabytes” de Franciela Silva Zamariam e Vladimir Moreira;

– “Aspectos das dimensões social e verbal do gênero discursivo crônica" de Sandra Regina Cecilio;

– “Gênero discursivo peça teatral: um estudo teórico-prático” de Alba Maria Perfeito;

– “Grupos focais na compreensão do letramento digital de professores” de Talita Gonçalves de Almeida e Núbio Delanne Ferraz Mafra;

– “O estilo na leitura como produção de sentidos” de Márcia Adriana Dias Kraemer e Márcia Cristina Greco Ohuschi.

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