Paulo Ghiraldelli Jr. é filósofo, escritor e professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Quem sai de um curso de licenciatura de uma faculdade particular, não raro se dirige ao mercado de trabalho e, se continua a vida no que se formou, acaba trabalhando como professor na escola pública ou particular de ensino básico. O egresso da universidade pública, por sua vez, se dirige para o mestrado e depois para o doutorado e, então, volta como professor para a universidade pública.
Esse círculo nada virtuoso está longe de qualquer abalo. Ao contrário, ele parece que até está se tornando a regra geral, com poucas exceções, em nosso país.
A hora-aula do professor do ensino público básico está em torno de sete reais. Não há uma profissão mais mal remunerada que a de professor do ensino público básico e, por isso, com tamanha falta de atratividade por parte da escola básica, os mais bem formados como professores nem pensam em trabalhar nela.
Os que se formam nas licenciaturas das universidades públicas podem não ser gênios eruditos, mas rapidamente se percebem tão melhores que a maioria dos formados em faculdades particulares que, então, desistem logo de ir para o mercado de trabalho da profissão. Os desejosos de exercer a profissão, nessa elite, se encaminham rapidamente para o ensino superior público onde iniciam com o salário que seria o correto - e talvez o mínimo - para o professor da escola básica.
Como prioridade, não há qualquer medida a ser tomada para a melhoria da educação brasileira que não seja a de se tentar quebrar esse círculo maldito. O professor melhor formado precisa voltar para o ensino básico público. Para que o recém-formado na universidade pública se dirija à escola pública e lá fique trabalhando, o salário precisa ser equiparado ao salário de entrada na universidade pública. Fora disso, conversar sobre política educacional no Brasil é perda de tempo.
[...]
Leia na íntegra o artigo do autor no JC e-mail 4048, de 08 de Julho de 2010 em http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=72029
II SNEL - Seminário Nacional em Estudos da Linguagem (UNIOESTE-Cascavel)
Data da postagem:
8.7.10
O II Seminário Nacional em Estudos da Linguagem (II SNEL), proposto pelo Colegiado do Curso Letras e pelo Programa de Pós-graduação Stricto Sensu - Mestrado em Letras, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, é um evento acadêmico-científico que tem por objetivo congregar pesquisadores da área da Linguagem, atuantes no Brasil e no exterior, para discutir, refletir e divulgar a produção científica, acadêmica, técnica e cultural em Letras, Línguística, Literatura e áreas afins.
As inscrições com apresentação de trabalho deverão ser realizadas até 15/07/2010.
Os interessados em participar SEM apresentação de trabalho terão até o dia 30/09/2010 para realizar a inscrição.
Maiores informações: http://www.unioeste.br/eventos/iisnel2010/
As inscrições com apresentação de trabalho deverão ser realizadas até 15/07/2010.
Os interessados em participar SEM apresentação de trabalho terão até o dia 30/09/2010 para realizar a inscrição.
Maiores informações: http://www.unioeste.br/eventos/iisnel2010/
Professor da UnB critica a formação de doutores no Brasil
Data da postagem:
7.7.10
No último dia 10, os consultores do Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, apresentou um estudo que concluiu, dentre outros, uma taxa média de 11,9% de crescimento ao ano do número de doutores no país.
- O estudo do CGEE mostrou que entre 1996 e 2008 o número de doutores titulados no Brasil cresceu 278%. O que o senhor acha da expansão da pós-graduação no país?
A minha visão é contrária à expansão da pós-graduação, especialmente do doutorado. A maioria das pessoas acreditam que o crescimento no Brasil - e na UnB também - é positivo. A taxa de aumento, alguns anos atrás, chegou a variar entre 10% e 20%, um crescimento chinês. E todo mundo comemora isso, exceto alguns poucos. Eu acho que é um crescimento exagerado. Aliás, responder isso agora ficou mais fácil, desde que o país entrou no chamado super aquecimento. Esse crescimento de 9% ao ano o qual o país não suporta, já que não temos estrutura física para tanto bussines. E a mesma coisa acontece na pós.
- Como é essa comparação?
Para se ter pós-graduação são necessárias quatro coisas: os alunos, que querem fazer pós; os professores, que vão orientar e dar aula; os cursos e, claro, dinheiro. Dinheiro não tem sido o problema. Então o que acontece? Você tem um crescimento muito grande tanto no número de cursos, de alunos e de orientadores. Um olhar desatento, pensa "que bom!". Não. Muito pelo contrário. O país está andando para trás com esse crescimento exagerado da pós. Primeiro porque os professores têm uma capacidade finita de orientar. Antigamente, cada professor orientava cinco, hoje está orientando dez alunos. E isso causa uma queda da qualidade. Obviamente, você não consegue dedicar suficiente tempo para orientar esses alunos. Para formar doutores é preciso um trabalho artesanal. Eles têm que ser treinados, pois podem se transformar em orientadores no futuro. Além disso, nem todos têm capacidade de ser orientadores. Tem muita gente que não tem a formação técnica e a capacidade de orientar. E nem todo mundo tem a qualificação necessária para ser orientador de doutorado. E com esse crescimento exagerado, a pós está pegando vários professores que não têm a menor capacidade de orientar, mesmo que não queiram, porque vão pegar uns pontos a mais, vão ter uma promoção. Outro problema é a existência de alunos que não deveriam estar fazendo doutorado, porque não tem capacidade para isso.
- O senhor acredita, então, que nem todo mundo está apto a fazer um doutorado?
Sim. É curioso que hoje já entendemos que nem todo mundo deve fazer graduação. O candidato à presidência José Serra, por exemplo, está fazendo campanha pelo ensino técnico. A ideia é: o que adianta sair com um diploma de administração se você não vai administrar uma empresa? O problema é o mesmo no doutorado. Sendo muito otimista, acredito que metade desses milhares de alunos de doutorado é composta pelos que eu chamo de "doutores mobral", o doutor analfabeto, que mal sabe ler um artigo científico, quanto mais escrever. O Brasil quer formar doutores, então vamos formar de verdade.
[...]
- O senhor acha que essa situação se sustenta no futuro?
Seria sustentável se as pessoas vivessem para sempre. Mas as pessoas morrem, se aposentam. Essa política está completando 6, 7 anos. Começou na era FHC em que se estimulavam os pesquisadores a publicar. Na era Lula a pressão é para se publicar o máximo que puder. Então os estudantes que estão sendo formados agora e que estão sendo ultra pressionados não sabem fazer pesquisa direito. Está sendo uma formação a jato, massificada, e quero ver essas pessoas quando a minha geração morrer ou aposentar. Quero ver se eles vão dar conta do recado, porque eles não tiveram a formação necessária. E quero vê-los formando outros profissionais dentro dessa visão de mega-produção de baixa qualidade. A minha crítica não é à publicação. Sou "produtivista". Mas sou contra ao mega-produtivismo.
- O senhor acha que esse panorama é contornável?
O que está acontecendo no Brasil é uma farsa e uma fraude com dinheiro público. Se fosse algo que pudesse ser resolvido mudando a política, mas não é. Será um "dano irreparável". Eu diria hoje, sem problemas, que temos de 30 a 40 mil doutores "Mobral" no Brasil, disputando empregos. Qual o problema para o Brasil? Imaginamos o país daqui a quinze anos sem capacidade de fazer ciência de ponta porque toda a geração se aposentou e os atuais não foram formados adequadamente.
Leia a íntegra da entrevista no JC e-mail 4046, de 06 de Julho de 2010: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=71975
III Colóquio Internacional sobre Letramento e Cultura Escrita
Data da postagem:
5.7.10
De 5 a 8 de outubro, a Faculdade de Educação da UFMG realiza a terceira edição do Colóquio Internacional sobre Letramento e Cultura Escrita. Com o tema "Diversidade e diferença na educação: cultura escrita, letramentos, políticas linguísticas e identidades", o encontro pretende reunir pesquisadores brasileiros e estrangeiros em torno de discussões relativas à cultura escrita e ao letramento, assim como suas repercussões no campo do ensino e da pesquisa. Além de discussões teórico-metodológicas, o encontro visa favorecer a consolidação de grupos de pesquisa e colaborações acadêmicas entre programas de pós-graduação, no Brasil e no exterior.
Os interessados podem efetuar suas inscrições para apresentação de comunicações individuais até o dia 15 de julho.
Os trabalhos devem se organizar em torno de um dos seis eixos temáticos propostos:
1) A cultura escrita em ambientes escolares e não-escolares;
2) Dilemas e perspectivas em torno da alfabetização, da leitura e da escrita na escola básica;
3) Políticas linguísticas e ensino de línguas em contextos de comunidades com especificidades culturais e identitárias (povos indígenas, do campo, geraizeiros, quilombolas, vazanteiros, agricultores etc.);
4) A leitura e a escrita nas políticas e projetos de Educação de Jovens e Adultos;
5) A literatura nos processos de construção de especificidades culturais e identitárias;
6) Letramentos acadêmicos e formação de professores para a escola básica.
O resultado final será divulgado no dia 31 de julho e os participantes terão até o dia 10 de setembro para enviar o trabalho completo. Os demais interessados em participar do Colóquio podem efetuar sua inscrição até o dia 5 de outubro. Serão 200 vagas disponíveis no total.
Maiores informações: http://www.ceale.fae.ufmg.br/novidades_acao.php?catId=151&txtId=645
Os interessados podem efetuar suas inscrições para apresentação de comunicações individuais até o dia 15 de julho.
Os trabalhos devem se organizar em torno de um dos seis eixos temáticos propostos:
1) A cultura escrita em ambientes escolares e não-escolares;
2) Dilemas e perspectivas em torno da alfabetização, da leitura e da escrita na escola básica;
3) Políticas linguísticas e ensino de línguas em contextos de comunidades com especificidades culturais e identitárias (povos indígenas, do campo, geraizeiros, quilombolas, vazanteiros, agricultores etc.);
4) A leitura e a escrita nas políticas e projetos de Educação de Jovens e Adultos;
5) A literatura nos processos de construção de especificidades culturais e identitárias;
6) Letramentos acadêmicos e formação de professores para a escola básica.
O resultado final será divulgado no dia 31 de julho e os participantes terão até o dia 10 de setembro para enviar o trabalho completo. Os demais interessados em participar do Colóquio podem efetuar sua inscrição até o dia 5 de outubro. Serão 200 vagas disponíveis no total.
Maiores informações: http://www.ceale.fae.ufmg.br/novidades_acao.php?catId=151&txtId=645
''Não existe consciência sobre importância da educação não formal'': entrevista com Maria da Glória Gohn
Data da postagem:
5.7.10
“Ainda não existe uma consciência sobre a educação não formal no país, um reconhecimento”, afirma a professora da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (Unicamp), Maria da Glória Gohn. Autora do livro “Educação Não Formal e o Educador Social: Atuação no Desenvolvimento de Projetos Sociais”, ela diz que ainda há resistência das pessoas contra a educação não formal, imaginando que as escolas perderiam “poder”.
Em entrevista ao Portal Aprendiz, Maria da Glória ressalta que a defasagem no ensino formal impede um olhar do poder público para a educação não formal.
Portal Aprendiz - Como a educação não formal contribui para a produção do saber?
Maria da Glória Gohn - Contribui na medida em que ela está presente nos campos que o indivíduo atua como cidadão. A concepção de educação não formal parte do suposto que a educação é um conjunto, uma somatória e articulação entre a educação formal, a informal e a não formal propriamente dita. Esta tem uma área própria, embora possa se articular com as outras duas. São aprendizados gerados ao longo da vida por experiências de participação em determinados processos.
Aprendiz - No que ela difere da educação integral?
Maria da Glória - A educação integral não foca em cruzamentos e articulações. Acaba sendo um conceito muito vinculado a habilidades necessárias a serem adquiridas para dar conta das adversidades da vida. Enquanto isso, a educação não formal está em um campo mais amplo, que advém de uma formação voltada para a cidadania. Coloca a questão dos valores, a importância de pensar a inovação e a criatividade. Com isso, retorna a temática da emancipação humana.
Aprendiz - Onde se desenvolvem as práticas de educação não formal?
Maria da Glória - Em locais onde há processos interativos que sempre têm uma intencionalidade. Poderá ocorrer no interior de um movimento social, entre aqueles que estão lá participando e reivindicando. Pode-se citar o movimento das mulheres, por meio do qual resultou em conquistas nas discussões sobre o lugar da mulher na sociedade. No caso de projetos sociais de ONGs, também tem um processo de aprendizagem, de diálogo, de gestão e de uma forma compartilhada de atuação.
Aprendiz - Qual é o papel do educador que atua nesse campo?
Maria da Glória - O papel é extremamente importante, porque sem a existência deles, simplesmente os projetos não existiriam. Muitas vezes não há uma programação e organização nos projetos como na escola, onde existem horários e as estruturas são disciplinadas por lei. O perfil desse profissional mudou um pouco com relação ao que tínhamos antes, que era a filantropia, o voluntariado assistencialista, o trabalho ocasional, mais ligado às mães ou a quem já se aposentou. Agora, temos uma parcela grande que é contratada para atuar profissionalmente.
Leia na íntegra a entrevista concedida a Desirèe Luíse para o Portal Aprendiz em http://aprendiz.uol.com.br/content/tresluhiho.mmp
Em entrevista ao Portal Aprendiz, Maria da Glória ressalta que a defasagem no ensino formal impede um olhar do poder público para a educação não formal.
Portal Aprendiz - Como a educação não formal contribui para a produção do saber?
Maria da Glória Gohn - Contribui na medida em que ela está presente nos campos que o indivíduo atua como cidadão. A concepção de educação não formal parte do suposto que a educação é um conjunto, uma somatória e articulação entre a educação formal, a informal e a não formal propriamente dita. Esta tem uma área própria, embora possa se articular com as outras duas. São aprendizados gerados ao longo da vida por experiências de participação em determinados processos.
Aprendiz - No que ela difere da educação integral?
Maria da Glória - A educação integral não foca em cruzamentos e articulações. Acaba sendo um conceito muito vinculado a habilidades necessárias a serem adquiridas para dar conta das adversidades da vida. Enquanto isso, a educação não formal está em um campo mais amplo, que advém de uma formação voltada para a cidadania. Coloca a questão dos valores, a importância de pensar a inovação e a criatividade. Com isso, retorna a temática da emancipação humana.
Aprendiz - Onde se desenvolvem as práticas de educação não formal?
Maria da Glória - Em locais onde há processos interativos que sempre têm uma intencionalidade. Poderá ocorrer no interior de um movimento social, entre aqueles que estão lá participando e reivindicando. Pode-se citar o movimento das mulheres, por meio do qual resultou em conquistas nas discussões sobre o lugar da mulher na sociedade. No caso de projetos sociais de ONGs, também tem um processo de aprendizagem, de diálogo, de gestão e de uma forma compartilhada de atuação.
Aprendiz - Qual é o papel do educador que atua nesse campo?
Maria da Glória - O papel é extremamente importante, porque sem a existência deles, simplesmente os projetos não existiriam. Muitas vezes não há uma programação e organização nos projetos como na escola, onde existem horários e as estruturas são disciplinadas por lei. O perfil desse profissional mudou um pouco com relação ao que tínhamos antes, que era a filantropia, o voluntariado assistencialista, o trabalho ocasional, mais ligado às mães ou a quem já se aposentou. Agora, temos uma parcela grande que é contratada para atuar profissionalmente.
Leia na íntegra a entrevista concedida a Desirèe Luíse para o Portal Aprendiz em http://aprendiz.uol.com.br/content/tresluhiho.mmp
Brasil forma mais doutores em humanas
Data da postagem:
5.7.10
O doutorando brasileiro está cada vez mais interessado em Machado de Assis e menos em relatividade. Ao menos é isso o que sugere um novo levantamento do governo. Ele mostra que a expansão da pós-graduação brasileira é puxada, em primeiro lugar, pelo aumento de doutores nas humanidades, e não nas ciências exatas e biológicas. Em 1996, as ciências exatas e da Terra ocupavam o segundo lugar entre as áreas que mais formavam doutores no país, com 16,1%. Em 2008, caíram para o sexto lugar, com 10,6%. O tombo das engenharias foi menor. A área se manteve como a quinta que mais forma doutores, mas a sua fatia caiu de 13,7% para 11,4%. Redução similar teve a área de ciências biológicas. "Se olharmos as áreas que cresceram menos, elas ainda cresceram muito", diz Eduardo Viotti, que coordenou o estudo, realizado pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. "É difícil criar doutorados em áreas de ciências exatas, da Terra e engenharias. Eles exigem laboratórios, não são cursos que precisam apenas de cuspe e giz", brinca.
"O custo mais baixo estimula as escolas particulares a abrir cursos nessas áreas. Os novos dados não me surpreendem", diz o especialista em política científica Rogério Meneghini, coordenador de Pesquisas do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Opas-OMS). Não foi só por causa das particulares que o número de doutores disparou, porém. Nesses 12 anos, as universidades federais aumentaram em mais de cinco vezes o seu número de doutores. Em 2005, aliás, elas ultrapassaram as estaduais e se tornaram as instituições mais importantes na pós-graduação do Brasil. Algumas estaduais, porém, como a USP e a Unicamp, ainda concentram grande parte das matrículas no país [...]. E, apesar do crescimento das federais, o país ainda tem apenas 1,4 doutor por mil habitantes, enquanto os EUA têm 8,4, e a Alemanha, 15,4.
MUDANÇA DE RUMO - Para Carlos Aragão, presidente do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), a queda relativa na formação de quadros em ciências exatas é preocupante. "Formar cientistas e engenheiros é fundamental para que exista inovação tecnológica nas empresas", afirma. Além disso, pondera, áreas estratégicas para o país precisam dessas pessoas, como o programa espacial, o programa antártico, a política nuclear, as questões que envolvem clima, energia e agricultura e o pré-sal.
Segundo ele, o CNPq tem procurado apoiar a formação de engenheiros e cientistas lançando editais voltados para essas áreas, assim como facilitando o acesso a bolsas a alunos que se interessarem pelas áreas. "É necessário corrigir essa distorção", diz. Os especialistas concordam, porém, que pode acontecer um movimento natural de fortalecimento das áreas que envolvem números. "Nos últimos 20 anos o país não cresceu muito, não havia muito emprego ou interesse nas áreas de engenharia ou ciências da Terra. Direito, economia e administração, por exemplo, eram as áreas onde havia mais possibilidade de os doutores se empregarem", diz Viotti. Com a economia do país se aquecendo e com empregos sobrando nas áreas de infraestrutura, o próprio mercado de trabalho pode incentivar alunos a buscarem as áreas de exatas, portanto.
(Matéria de Ricardo Mioto para a Folha de São Paulo, 04/07/2010)
2° Colóquio sobre Hipertexto, CHIP – EaD em tela (UFCE)
Data da postagem:
3.7.10
O 2° Colóquio sobre Hipertexto, CHIP – EaD em tela, ocorrerá de 05 a 06 de agosto de 2010 (quinta e sexta-feira) na Universidade Federal do Ceará (UFCE).
É promovido pelo Grupo de Pesquisa Hiperged (Hipertexto e Gêneros Digitais), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL), do Departamento de Letras Vernáculas da UFCE, com apoio do Mestrado em Linguística Aplicada da Universidade Estadual do Ceará (UECE).
Inscrição com apresentação de trabalho: até 15 de julho.
Maiores informações: http://coloquiosobrehipertexto.blogspot.com/
É promovido pelo Grupo de Pesquisa Hiperged (Hipertexto e Gêneros Digitais), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL), do Departamento de Letras Vernáculas da UFCE, com apoio do Mestrado em Linguística Aplicada da Universidade Estadual do Ceará (UECE).
Inscrição com apresentação de trabalho: até 15 de julho.
Maiores informações: http://coloquiosobrehipertexto.blogspot.com/
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