Concurso público para professor na UEL

A Universidade Estadual de Londrina abrirá concurso público para professor em várias áreas de conhecimento (Edital 383/2009-PRORH), com destaque para:
– Metodologia e Prática de Ensino de Língua Portuguesa e Literatura (3 vagas)
– Língua Portuguesa (1 vaga)
– Linguística (2 vagas)
– Literatura Brasileira (2 vagas)
– Literaturas Afro-Brasileira/Africanas de Língua Portuguesa (1 vaga)
– Literatura Portuguesa (1 vaga)

Inscrições: de 07 a 11 de dezembro de 2009
(Obs.: serão recebidas inscrições no dia 10/12/2009, das 8h30min às 11h e das 14h às 17h – feriado Municipal).

Maiores informações: http://www.uel.br/prorh/index.php?content=selecao/concdoc/383_09/index.htm
Em caso de dúvida, contatos podem ser feitos pelos telefones (43) 3371-4302 ou (43) 3371-4569.

Ensino a distância sofre resistência

Mais de 18 mil alunos de cursos de educação a distância de instituições particulares e públicas sofreram preconceito por terem optado por essa modalidade de ensino, segundo levantamento da Associação Brasileira de Estudantes de Ensino a Distância (ABE-EAD), que recebe as denúncias desde 2007. São casos de discriminação por alunos de cursos presenciais, dúvidas dos empregadores sobre a validade dos cursos - mesmo os autorizados pelo Ministério da Educação -, dificuldades para conseguir estágio, para obter o registro profissional e fazer inscrição em concurso.

Hoje há no Brasil mais de 2,6 milhões de alunos em 1.752 cursos, segundo o Censo de Educação a Distância. No início do mês, a ABE-EAD entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra o Conselho Nacional do Ministério Público. Por meio da resolução nº 40, de maio deste ano, o conselho dizia que só diplomas de cursos presenciais seriam aceitos para o Ministério Público. A conclusão deve sair nas próximas semanas.

Além do conselho, outros órgãos veem problemas no ensino a distância. É o caso do Conselho Federal de Serviço Social, que não apoia a modalidade. A dificuldade para estágio é, segundo a presidente do conselho, Ivanete Boschetti, culpa da estrutura da educação a distância, que prioriza a "quantidade em vez da qualidade da formação". "O mercado não absorve esse número de estagiários."

Leia na íntegra a matéria de Mariana Mandelli para o Estadão em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091103/not_imp460217,0.php

Livros sobre formação de professores para download

PROFESSORES do Brasil: impasses e desafios. Coordenado por Bernadete Angelina Gatti e Elba Siqueira de Sá Barreto. Brasília: UNESCO, 2009.
Download do livro

A UNESCO, em sua missão de cooperar com a política educacional dos governos, com o apoio do Ministério da Educação, concebeu um projeto para o desenvolvimento de amplo estudo sobre a formação inicial e continuada e a carreira dos professores no Brasil. O intuito deste estudo foi de oferecer às diversas instâncias da administração educacional do país um exame crítico do quadro vigente, seguido de orientações e recomendações, para servir de subsídio para uma efetiva valorização dos professores. A fase atual da educação brasileira não é mais de denúncia de seus maus resultados, mas o delineamento de soluções possíveis e necessárias. Por isso, as pesquisadoras da Fundação Carlos Chagas, Bernadete Gatti e Elba de Sá Barreto, que coordenaram o estudo, publicam este documento, pelo qual a UNESCO disponibiliza a todos que possuem responsabilidade na formulação da política educacional.


A FORMAÇÃO e a iniciação profissional do professor e as implicações sobre a qualidade do ensino. Consultoria de Gisela Wajskop. São Paulo: Fundação SM, 2009.
Download do livro

A pesquisa “A formação e a iniciação profissional do professor e as implicações sobre a qualidade de ensino”, organizada pela Fundação SM e a Organização dos Estados Ibero-Americanos, traz um levantamento inédito com professores de todas as regiões brasileiras para saber o que pensam a respeito dos primeiros anos de carreira.
Para a consulta de opinião, foram distribuídos 15 mil questionários para professores de Educação Básica em pleno exercício da profissão, durante o primeiro semestre de 2009. Foram consideradas respostas de 3.512 professores de todo o Brasil, que foram analisadas pela socióloga Gisela Wajskop, mestre e doutora em Educação e dirigente do Instituto Superior de Educação de São Paulo/Singularidades.

Para Gardner, autor da Teoria das Inteligências Múltiplas, no século 21 a ética vai valer mais que o conhecimento

Howard Gardner, que se dedica a estudar a forma como o pensamento se organiza, balançou as bases da Educação ao defender, em 1984, que a inteligência não pode ser medida só pelo raciocínio lógico-matemático, geralmente o mais valorizado na escola. Segundo o psicólogo norte-americano, havia outros tipos de inteligência: musical, espacial, linguística, interpessoal, intrapessoal, corporal, naturalista e existencial. A Teoria das Inteligências Múltiplas atraiu a atenção dos professores, o que fez com que ele se aproximasse mais do mundo educacional.

Hoje, Gardner tem um novo foco de pensamento, organizado no que chama de cinco mentes para o futuro, em que a ética se destaca. "Não basta ao homem ser inteligente. Mais do que tudo, é preciso ter caráter", diz, citando o filósofo norte-americano Ralph Waldo Emerson (1803-1882). E emenda: "O planeta não vai ser salvo por quem tira notas altas nas provas, mas por aqueles que se importam com ele".

Leia na íntegra a entrevista de Howard Gardner para a Nova Escola em http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/dificil-fazer-certo-se-isso-contraria-nossos-interesses-502609.shtml

Pesquisa indica que brasileiros gastam mais com informática, telefonia e lazer do que com hábito de leitura

A pesquisa "O Livro no Orçamento Familiar", encomendada por entidades como Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel) e Câmara Brasileira do Livro, concluiu que 40,7% das famílias do país compram algum material de leitura. Mas gastos com livros, revistas e jornais estão muito aquém de outras despesas tidas como "não essenciais".

O estudo, baseado em dados do IBGE de 2002 a 2003, aponta que os gastos dos brasileiros com informática e eletrônicos (DVDs, vídeo, som, jogos etc.) lidera a lista de prioridades brasileiras, movimentando R$ 19,303 bilhões. Em segundo lugar, vem o celular (R$ 8,816 bilhões). Em terceiro, opções de lazer fora de casa, com R$ 6,154 bilhões. Em último está a leitura, com R$ 5,471 bilhões das despesas. Foram entrevistadas 50 mil famílias em todo o país.

Leia a matéria na íntegra em http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11865.

Formação de professores ganha apoio com adicional a bolsista

A formação de professores para a educação básica conta com um novo reforço. Bolsistas de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CPNq) que trabalhem como formadores nos cursos e ações do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PNFP) vão receber auxílio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

(Assessoria de Comunicação Social da Capes)
Leia a matéria na íntegra em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=14560

Concurso para professor de Prática de Ensino e Estágio de Língua Portuguesa na UNESP-Assis

A UNESP, Campus de Assis, informa que estão abertas inscrições para concurso público para o conjunto de disciplinas “Prática de Ensino e Estágio Supervisionado de Língua e Literaturas Vernáculas I e II”, junto ao Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Letras.

As inscrições estão sendo recebidas, no prazo de 30 dias corridos, desde 15/10/2009, de segunda a sexta-feira, no horário das 9 às 11 e das 14 às 16 horas, na Seção de Comunicações da Faculdade de Ciências e Letras do Campus de Assis (SP), situada na Avenida Dom Antonio nº 2.100.

Maiores informações: http://www.assis.unesp.br/concursos/EDITAL%20204-2009.pdf

Redes sociais alteram relação entre professor e aluno

As possibilidades de interação, pesquisa e relacionamento proporcionadas pelas novas tecnologias e redes sociais disponíveis na Internet alteram o espaço dos métodos tradicionais de ensino. Há quem acredite que a geração atual já aprende a partir de uma nova linguagem que, por sua vez, depende da interação entre alunos e professores. Sem essa interação, o processo estaria seriamente comprometido.

Segundo André Valle, professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) do Rio de Janeiro, essa suposta nova linguagem de aprendizado depende da interação entre alunos e professores. "Se não conseguirmos sensibilizá-los, o processo de ensino fica comprometido", avalia ele. Para o professor, a partir do momento em que os alunos têm acesso a fontes de informação diversas, como as disponíveis na Internet, o papel do professor muda. "Há 15 anos o professor era a única fonte de consulta para o aprendizado. Isso não existe mais. Hoje ele é mais um facilitador do processo de conhecimento", diz Valle.

A própria visão que o aluno tem do professor estaria se modificando em vista do relacionamento entre eles já extrapolar a sala de aula e ir para o espaço virtual. Para a Margarete Lobato, professora do curso de letras da UFG (Universidade Federal de Goiás) e criadora da disciplina Internet e ensino, o professor deixa de ser um vigilante para se tornar parceiro dos alunos no desenvolvimento do conteúdo. Ao criar uma comunidade numa rede social como o Orkut, por exemplo, para discussão de temas relacionados ao conteúdo da aula, a primeira constatação de Margarete foi que houve aproximação entre alunos e professor, o que, segundo ela, não ocorre no contexto restrito da sala de aula.

Leia na íntegra a matéria de Bruno Loturco para o Portal Universia em http://www.universia.com.br/docente/materia.jsp?materia=18445

Imagem: blog do GJOL.